Já percebemos que foi brutal, magistral, soberbo, qualquer coisa de transcendente. Já chega de facebookar o RIR que eu já estou farta desta dor de cotovelo. Ao menos tenho morfina sob a forma de Lady Gaga e Andanças.
30 de maio de 2010
e era só isto
1. Hoje fiz eu o jantar: crepes de atum e arroz de pinhões.
2. São quase 9h da noite e está uma claridade impressionante.
3. Acabei de ver a Carrie dizer pela 34587345678ª vez que we were dressed from head to toe in love... the only label that never goes out of style. E quem é que na quinta-feira vai estar numa sala de cinema?
2. São quase 9h da noite e está uma claridade impressionante.
3. Acabei de ver a Carrie dizer pela 34587345678ª vez que we were dressed from head to toe in love... the only label that never goes out of style. E quem é que na quinta-feira vai estar numa sala de cinema?
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Devaneios
back in business
Eu disse que Maio era mau. E foi. Mas está aí Junho e com ele o Verão, os concertos, a praia, o Sol, Andanças (!) e muito dolce fare niente (deixem-me fingir por uns momentos que não tenho quatro exames para fazer, boa?).
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Ego
10 de maio de 2010
produtividade = zero
Meio país vai estar a toda a semana bêbado ou de ressaca e a outra metade vai estar de joelhos.
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Actualidade,
Devaneios
9 de maio de 2010
(é óbvio que estou só a brincar)
Vestido: check, par: check, tudo o resto: não check. Pensava eu que as maiores dores de cabeça já tinham um check até ter passado a manhã inteira a entrar e a sair de sapatarias, sempre com a testa franzida e a pensar onde raio é que anda o bom gosto das pessoas. A missão era encontrar um sapatito cutxi cutxi para condizer com o dito vestido e o máximo que consegui foi comprar umas Birki (em último caso, levo-as ao baile).
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Ego
8 de maio de 2010
7 de maio de 2010
uma espécie de plenitude existencial
Já disse que os dias deviam ter 30h? Quem foi o estupor que regulamentou que um dia dura 24h? Não devia ter mesmo nada com que se ocupar. O tempo escasseia e há sempre qualquer coisa que fica para trás. Começou por ser a blogosfera, depois as horas de sono e agora até os meus ricos livros. Por este andar vou morrer antes dos 50 (pelo menos dizem que é o que acontece a quem dorme menos de 6h por noite). E, se repararem bem, estou a compilar num só post assuntos que dariam para uma data deles se não estivéssemos em época de crise: crise de tempo e, consequentemente, de palavras. Palavras que teimam em revelar-se verbalmente e, por isso, sentem menos necessidade de se fundirem com o papel. E somos tão mais felizes quando a expressão verbal prevalece sobre a escrita. Porque chegar diariamente a casa às 22h e cair na cama nunca antes da 1h, estoirada, é música para os meus ouvidos, alimento para a alma (melhor que chocolate). Finalmente a vida encontrou o seu rumo e arrasta-me com ela. Chamam-lhe realização plena. Não lhe dava melhor nome que esse. Há cliques que trazem a felicidade atrelada.
E a 45 minutos para a meia noite sonho acabar todos os exercícios de Matemática, ler três livros, ver dois filmes, acabar dois trabalhos, ler os milhares de posts em atraso e acabar este post. Este último sou capaz de conseguir. Ah, e saber ainda que apesar de ser fim-de-semana, amanhã tenho de levantar o cu da cama às 7h, para passar a ferro (já disse que te odeio, mãe?), para poder perder o meu dia ali para os lados de Alcochete à procura de um vestido de baile em outlet, depois de ter experimentado um Prada de 1430€ para os lados da avenida da liberdade, que me ia provocando um ataque de falta de ar, daqueles que batem forte. Pior do que quando vês um deus. Porque a crise não se faz só de tempo e de palavras.
Podia dissertar ainda sobre os milhares de assuntos que me pairam pela mente mas não vos quero maçar mais. Prometo (de pernas cruzadas) que vou tentar retomar o funcionamento normal desta coisa. Entretanto passem pela feira do livro (onde me apaixonei novamente pelo RAP) e já agora, por aqui, para terem o prazer de ver o meu mais recente orgulho (depois de tanto tempo roídas).
E a 45 minutos para a meia noite sonho acabar todos os exercícios de Matemática, ler três livros, ver dois filmes, acabar dois trabalhos, ler os milhares de posts em atraso e acabar este post. Este último sou capaz de conseguir. Ah, e saber ainda que apesar de ser fim-de-semana, amanhã tenho de levantar o cu da cama às 7h, para passar a ferro (já disse que te odeio, mãe?), para poder perder o meu dia ali para os lados de Alcochete à procura de um vestido de baile em outlet, depois de ter experimentado um Prada de 1430€ para os lados da avenida da liberdade, que me ia provocando um ataque de falta de ar, daqueles que batem forte. Pior do que quando vês um deus. Porque a crise não se faz só de tempo e de palavras.
Podia dissertar ainda sobre os milhares de assuntos que me pairam pela mente mas não vos quero maçar mais. Prometo (de pernas cruzadas) que vou tentar retomar o funcionamento normal desta coisa. Entretanto passem pela feira do livro (onde me apaixonei novamente pelo RAP) e já agora, por aqui, para terem o prazer de ver o meu mais recente orgulho (depois de tanto tempo roídas).
4 de maio de 2010
1 de maio de 2010
help me
A minha lista de compras tem quilómetros de extensão, entre roupas de verão e livros (põem-se a inventar feiras do livro, é o desespero) e uma panóplia de coisas que seria muito chato se eu as estivesse a enumerar, mas a minha conta bancária poupa nos zeros à direita. Para ajudar à festa, estamos em Maio, o que se traduz numa grande dor de cabeça: indumentária para o baile. As horas que vou perder de loja em loja a experimentar isto, a experimentar aquilo, a calçar isto e aquilo. Mal posso esperar (ironic mode). Génio da lâmpada, onde andas tu que, com um estalar de dedos, farias aparecer uns sapatos e um vestido perfeitos?
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Ego
clique
Liga-se um interruptor qualquer lá dentro. Somos reduzidos a dois estados, on e off. Estamos em off durante tanto tempo que nos esquecemos do clique reconfortante do on. Há cliques e cliques. Cliques forçados que nos puxam para off over and over again. Cliques instantâneos, tão discretos como duradouros. Cliques inesperados, ocasionais, de quem está no sítio certo à hora certa, e que imortalizam o interruptor no on. Cliques desfasados no tempo que se complementam. Há tentativas de cliques, tentativas de desligar o interruptor. Quando a mesma luz tem mais do que um interruptor o estado on perdura enquanto nós quisermos.
Há interruptores onde tu nem imaginas prontos a contrariar-te.
Clique. Mode on.
Lamento.
Há interruptores onde tu nem imaginas prontos a contrariar-te.
Clique. Mode on.
Lamento.
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Devaneios
26 de abril de 2010
o facebook
Não, não vou falar dos grupos. Mas minha gente, e aquelas aplicações? Descobre já se és bonito ou feio - só para quem não tem espelhos em casa. Descobre quem é o teu amigo/lover do dia - é como as cuecas, todos os dias é um diferente. Descobre com quem será o teu próximo beijo - claro, o facebook além de vos conhecer é vidente - e também prevê o futuro, atenção. O que é que passa pela tua mente: sexo, dinheiro ou amor - xuxus, garanto-vos que o facebook não vos conhece melhor que vocês mesmos.
Agora dedicai-vos a apanhar com estes 40º de Sol no lombo e get a life!
Agora dedicai-vos a apanhar com estes 40º de Sol no lombo e get a life!
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O que eles inventam
24 de abril de 2010
amanhã é dia de
Correr com o pai no paredão (mais ou menos isto: correr um minuto e andar meia hora) e, como diz que vai fazer Sol, dar um mergulho salgado. E se tudo correr bem chego a casa com um novo membro na família, com quatro patas e muito pêlo. Das duas uma: ou a minha mãe foge de casa ou a minha mãe foge de casa. Uma delas é de certeza. We'll see...
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Devaneios
23 de abril de 2010
todos os dias se aprendem coisas novas
[Us pequenos tê quê ó bê dê cê Ós grandes, que é como quem diz, os pequenos têm de obedecer aos grandes.]
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Devaneios
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