29 de janeiro de 2009

feito especialmente para mim

Com um amo-te à mistura.

28 de janeiro de 2009

é sempre giro

Giro giro é ser a geração cobaia. Ora vamos lá mudar a estrutura do verdadeiro ou falso. Em vez de oito afirmações e descontar pelas que erras, vamos por apenas quatro. Bom, não é? O GAVE é simpático. Ah, mas esperem lá, faltou ler a segunda parte. Erras uma das quatro, tens automaticamente zero. Sim, mesmo que as outras três estejam certas, tens zero em todo o exercício. Mas calma, isto é só para evitar que os alunos brinquem com o acaso. Mas como a situação deixa os alunos descontentes, vamos alterar o esquema. O exame vai ter o normal, oito afirmações. Mas (há sempre um mas) vamos experimentar o método das quatro afirmações durante o ano lectivo. É engraçado ver os alunos a fazer uns testes de preparação para o exame diferentes do próprio exame. É sempre giro. Não concordam? É sempre giro alterar os critérios do exame de Biologia e Geologia. Já eram pouco merdosos...

E arranjarem alguma coisa de útil para fazer? Vão mas é trabalhar!

26 de janeiro de 2009

Seguidores sucks

Gostava de saber porque raio é que os bloggers publicam posts e depois os eliminam. Vou eu toda contente porque a Paddy já tem um post novo mas afinal é só fogo de vista.

25 de janeiro de 2009

men vs women

Friends.

21 de janeiro de 2009

sou a ovelha negra.

Sexta-feira tenho teste de Português sobre o Frei Luís de Sousa e ainda estou para perceber porque é que ninguém gosta do livro. Pensando bem, acho que o problema não é o livro, são os livros, if you know what I mean.

20 de janeiro de 2009

'Change Can Happen!'






















Barack Obama.

19 de janeiro de 2009

teste, um dois

Não é um recomeçar do zero. É somente um novo canto, para a mesma pessoa, com as mesmas palavras. Por isso mesmo, fiz questão de trazer para aqui alguns dos meus posts do Minhocas na Maçã, mantendo a sua data original.

E agora deixemo-nos de formalidades, and let's go!

18 de janeiro de 2009

éle #5

Podia dar-te inúmeros nomes, dotar-te dos mais extraordinários adjectivos, metaforizar-te nas mais belas comparações. Podia apelidar-te de felicidade. Podia tentar quantificar a tua importância. Podia acrescentar ao amo-te todas as palavras possíveis e imaginárias.

Não o faço. Já o diz Lord Henry, «Definir é limitar.» (Retrato de Dorian Gray)
(in, Minhocas na Maçã)