20 de junho de 2008

tic-tac

«O tempo, ainda que os relógios queiram convencer-nos do contrário, não é o mesmo para toda gente.» (Saramago)

Não tenho dúvida alguma. Para mim, ultimamente, tem sido uma eternidade.
(in, Minhocas na Maçã)

5 de junho de 2008

Fim.

«Daí a pouco, figuras de vapor, pai e filho confundem-se entre a multidão das Ramblas, os seus passos para sempre perdidos na sombra do vento

Queria acabá-lo. E não queria acabá-lo. Sinto um fascínio pelo livro e pela forma como chegou ao fim. Porém, quero mais, quero mais um capítulo, mais um bocadinho de todas as palavras conjugadas numa interacção perfeita.
(in, Minhocas na Maçã)

4 de junho de 2008

A Sombra do Vento

G-e-n-i-a-l!

Este livro foi escrito a pensar em mim, só pode.

Estão a ver aquela vontade incontrolável de comer tudo o que nos aparece à frente e que, por mais que tentemos, não conseguimos combater? Pois bem, assim estou eu com o livrinho (aliás, livrão!) do Zafón. Com a história de 'só mais uma página' foram 76! Pois bem, acho que no teste de Filosofia sobre religião, hierofanias, Kierkegaard, Jean Paul-Sartre, Albert Camus, blá blá blá, a única coisa de que me vou lembrar é que Julián Carax é...

Zuza, cala-te. Pronto, está bem. Não estrago, não conto. Falta pouco, muito pouco para o The End.

Este livro deve constar da vossa lista dos livros que têm obrigatoriamente de ler antes de morrer. E se não têm uma lista destas? (perguntam vossas excelências) Passam a ter e escrevem na primeira linha: A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón.
(in, Minhocas na Maçã)